O blog da Nanda

um espaço eclético zen

Sinais e Sintomas de Paz Interior: lindo!!!

Posted by mfernanda on November 29, 2007

 A primeira vez que me deparei com este texto, fiquei extasiada. Pensei: um dia ainda mando fazer um pôster bem grande e coloco no meio da casa, para eu poder ler todoo os dias. Ainda não consegui fazer isso, mas resolvi publicar o texto neste bloguito para vocês se deleitarem também.

Quando eu crescer, quero ser assim!

Aí vai…

Sinais e Sintomas de Paz Interior

(autor desconhecido)

1. Tendência a pensar e agir espontaneamente em vez de agir baseados em medos  fundamentados em experiências passadas;

2. Habilidade inconfundível de apreciar cada momento;

3. Perda de interesse em julgar outras pessoas;

4. Perda de interesse em interpretar as ações de outras pessoas;

5. Perda de interesse em conflito;

6. Perda da habilidade de se preocupar (Este sintoma é muito sério!);

7. Crises intensas e frequentes de gratidão;

8. Um sentimento maravilhoso de conexão com os outros e com a natureza;

9. Crises frequentes de riso;

10. Uma tendência a deixar as coisas acontecerem em vez de fazer com que elas aconteçam;

11. Uma receptividade crescente em relação ao amor oferecido pelas outras pessoas, assim como uma urgência incontrolável de corresponder ao amor delas.

Que tal? Belo, não?

Quanto mais eu leio, mais eu me encanto e, sinto vontade de chegar lá.  

Um abraço pra todo mundo,

Maria Fernanda 

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Um livro verdadeiramente extraordinário para as mulheres

Posted by mfernanda on September 17, 2007

capa do livro scrito pela Dra. Christine Horner

Livros, para mim, valem mais do que jóias. Conhecimento não tem preço. Com raras exceções, sempre acrescentam alguma coisa, divertem, emocionam ou simplesmente distraem.

Os tipos e as categorias independem. Livro é sempre livro! Mas, de todas as categorias de livros, principalmente de uns tempos pra cá, os livros sobre saúde têm ocupado um lugar especial na minha galeria particular. Afinal, saúde é o nosso maior bem.

Vários destes livros têm praticamente “pousado” nas minhas mãos. Impressionante! Ou eu ganho de presente, ou converso com um amigo e ele ou ela me dá a dica…enfim…Mas, há um livro que me chamou a atenção. Ainda não acabei de ler, mas o que eu li até agora realmente me impressionou.

O título, em inglês, é Waking The Warrior Goddess e, o subtítulo, Harnessing the Power of Nature and Natural Medicines to Achieve Extraordinary Health. Traduzindo é:

Despertando a deusa guerreira: como adquirir uma saúde extraordinária utilizando o poder da natureza e o de medicinas naturais

Bastante sugestivo, não?

Os comentários sobre o livro também são impressionantes, como as pessoas que os fizeram. Exemplo:

“Este livro é um transformador de paradigmas! Eu sugiro que toda mulher o leia. Você nunca mais vai pensar da mesma forma sobre o seu corpo e sobre a sua vida” (Marci Shimoff, coautora do livro Chicken Soup for a Woman’s Soul).

“A Dra. Christine Horner apresenta uma abordagem abrangente e muito eficaz para se conseguir uma saúde perfeita”  (Dr. Neal Barnard, Presidente do Physicians Committee for Responsible Medicine).

A Dra. Christine Horner, a autora, explica como as emoções afetam o nosso sistema imunológico, sugere a prática de exercícios, variando dos mais comuns e conhecidos aos mais específicos, como por exemplo, aqueles baseados na medicina ayurvédica. Ela estressa a importância de se tomar os suplementos certos e, indica as marcas de melhor qualidade.

Na realidade, quando escreveu o livro pensou principalmente nas mulheres com câncer de seio, ainda doentes ou em recuperação, como um tributo à sua mãe que foi acometida pela doença.

Mas, a verdade é que este livro deveria ser lido por todas as mulheres que se preocupam com a saúde, por prevenção e também para esclarecimento.

O foco principal é a mudança e a conscientização, para se conseguir agloriosa meta de viver um estilo de vida saudável em todos os níveis, não somente no físico. Afinal, a saúde, como nós seres humanos, é multifacetada, multidimensional.

A linguagem é simples e acolhedora. Sente-se em cada linha a seriedade da autora e, o seu inabalável compromisso de passar a mensagem.

Na parte final, a Dra. Christine dá uma lista de onde se conseguir os suplementos e remédios naturais que fala no livro.

Ela faz menção especial a uma mistura composta de 44 ervas ayurvédicas, Amrit Kalash, que além de ser um super poderoso antioxidante, tem propriedades que previnem a formação e retarda o crescimento de tumores, fazendo até com que encolham. Como se não bastasse, este tal de Amrit Kalash reverte o processo de envelhecimento…uau! Assaz interessante, não meninas?

Como conseguir este produto? O nome da firma é Maharishi Ayurveda Products Int’l. O telefone, 1-800-2558332 e o website é: www.mapi.com

É isso aí, pessoal… o negócio é plantar as sementes da boa saúde, para colher frutos de bem estar, beleza, amor e por aí vai…

Boa Sorte pra todo mundo e, por favor, não deixem de dar uma boa olhada neste tesouro de livro. Vale a pena conferir!

Ademã…de leve… devagar que eu vou em frente!

WAKING THE WARRIOR GODDESS

by Dr. Christine Horner, M.D.

Maria Fernanda     

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Vacina contra o câncer

Posted by mfernanda on August 14, 2007

Hoje recebi a seguinte mensagem:

Por favor, divulguem esta maravilha brasileira! 

Já existe vacina contra alguns tipos de câncer. Foi desenvolvida por cientistas brasileiros, mostrando-se eficaz em 80% dos casos, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada da doença. A vacina é fabricada utilizando-se um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta e é remetida para o médico oncologista do paciente. Os cientistas desenvolveram a vacina no Hospital Sírio Libanês – Grupo Genoa (telefone 0800-7737327).  

Se preferirem, entrem no site www.vacinacontraocancer.com.br  e obtenham maiores informações a respeito.

Não custa nada conferir!

BOA SORTE!

MF  

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Triathlon: adrenalina pura!

Posted by mfernanda on July 9, 2007

Domingo passado fui assistir o meu irmão competir numa prova de triathlon.  Ele pratica triathlon há muito tempo, mas estava parado. Não podia deixar de prestigiar este seu retorno do que é para ele uma verdadeira paixão.Acordei muito cedo…às 4 :30 da manhã, para dar tempo de chegar no local da competição. As provas de triathlon começam sempre muito cedo,  cedíssimo…Êta gente animada!

Cheguei ao Parque Trade Winds Butterfly World, na cidade de Pompano Beach, às 6 da manhã. É interessante ver os atletas, aliás triatletas, chegarem com suas bicicletas super incrementadas, em cima dos carros ou nos racks, numa animação total. Nunca vi tanta gente sorrindo e me cumprimentando com  tanta alegria antes do sol nascer…! Impressionante…Só podem ser as endorfinas que liberam ao exercitarem-se intensamente por horas a fio, faça chuva ou faça sol. 

 O triathlon nasceu na década de 70, na cidade de San Diego, na Califórnia. No triathlon, os atletas disputam, de forma continuada, provas de três diferentes esportes: natação, ciclismo e corrida. Haja fôlego! Além de nadar, pedalar e correr, o triatleta precisa ser ágil na transição, que é o espaço em que ele muda de prova: da natação para o ciclismo e deste para a corrida. Isto porque há uma área de transição específica, primeiro para se pegar a bicicleta e depois para deixá-la.

Fiz questão de acompanhar meu bro em todo o precurso da competição. Primeiro a largada da natação. Eles nadaram 400 metros num lago bastante sinistro pro meu gosto. Sabe aqueles lagos com cara de casa de jacaré?

Aí, quando acabou a natação eles correram para pegar a bicicleta na área de transição. Lá fui eu atrás. Depois do percurso de ciclismo eles voltaram, deixaram a bicicleta na transição e, saíram para a corrida. Naquela altura, eu já tinha feito um belo de um work out, para os meus padrões, infelizmente, muito modestos em relação a exercícios físicos, apesar da minha intenção ser das melhores.

Meu irmão terminou a prova bem. Tirou em quarto lugar na sua categoria. Ganhou medalha e tudo! Ele não ficou lá muito satisfeito com o resultado, não. É muito exigente este meu bro. Mal de família… Puxa! O cara nadou 400 metros, pedalou 10 Km e correu 4 Km. Para ele que já competiu em outras modalidades com distâncias bem maiores pode ser que não tenha sido lá essas coisas. Mas, para mim, só o fato de participar de uma prova desta já é uma grande conquista. Fala sério!

Nos Jogos Pan-americanos de 2007, a modalidade vai ser a olímpica cujas distâncias são: 1.500 metros de natação, 40 kilômetros de bicicleta e 10 kilômetros de corrida. Uau!

Ao sair do Parque Trade Winds ontem, fiquei pensando na determinação que estas pessoas que fazem um esporte como o triathlon têm de ter . Não somente derminação, mas persistência, espírito de aventura e amor à natureza. Afinal, todas as competições são realizadas em lugares abertos, em praias, em lagos, em parques, enfim na natureza. Há realmente algo de EXTRA-ordinário em desafiar o corpo num nível como este. Tem que se tirar o chapéu pra essas pessoas!

Parabéns, Jorge Luís! Boa sorte para todos os triatletas que vão competir nos Jogos Pan- americanos de 2007, o Pan do Brasil!

  

 

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Eu preciso dizer que eu te amo

Posted by mfernanda on July 6, 2007

Agenor Miranda de Araújo Neto nasceu no Rio de Janeiro, filho do produtor fonográfico Araújo, da Som Livre. O seu destino como músico estava escrito nas estrelas. Cazuza, como ficou conhecido, passou um tempo na Inglaterra, nos anos 70. Voltou ao Brasil fã de Janis Joplin e Led Zepelin. Foi rebelde, desde sempre. Abandonou a faculdade depois de um mês de aulas. Trabalhou por um tempo da Som Livre, foi para os Estados Unidos e, quando voltou, em 1980, passou a ser vocalista do Barão Vermelho. Em 1985 desligou-se do grupo, para começar uma carreira solo pra lá de bem-sucedida. Lançou cinco discos em apenas quatro anos. Em 1989 tornou-se o primeiro artista brasileiro a declarar que tinha Aids, ajudando a campanha de conscientização sobre essa doença.

Admiro a sua coragem, invejo a sua rebeldia e me delicio eternamente com o seu lirismo. Cazuza foi antes de qualquer coisa, livre. E isso não é para qualquer um!

Gosto de várias de suas composições como por exemplo Exagerado, Tudo o que houver nessa vida, Burguesia e Faz Parte do Meu Show.  

Mas ele fez uma música que mexe muito comigo, por revelar de uma forma tão simples e profunda a difícil situação que é se apaixonar por um amigo. Já senti isso na pele…mais de uma vez… e só mesmo um poeta como Cazuza, para expressar isso assim de uma forma tão…tão…demais…

E, é por essa e outras, Cazuza, que eu preciso dizer que eu te amo.

Segue a letra desta obra prima. Deliciem-se…

Quando a gente conversa/Contando casos, besteiras/Tanta coisa em comum/Deixando escapar segredos/É eu nem sei em que hora dizer/ Me dá um medo (que medo)/ É que eu preciso dizer que eu te amo/Te ganhar ou perder sem engano/ É, eu preciso dizer que eu te amo/Tanto/ É até o tempo passa arrastado/ Só pra eu ficar do teu lado/ Você me chora dores de outro amor/ Se abre e acaba comigo/ E nessa novela eu não quero ser teu amigo/ É que eu preciso dizer que eu te amo/ Te ganhar ou perder sem engano/ Eu preciso dizer que eu te amo/ Tanto/ Eu já nem sei se estou misturando/ Ah, eu perco o sono/ Lembrando em cada riso teu qualquer bandeira/ Fechando e abrindo a geladeira a noite inteira/ É que eu preciso dizer que eu te amo/ te ganhar ou perder sem engano/ É que eu preciso dizer que eu te amo/ Tanto/ Quando a gente conversa/ Contando casos, besteiras/ Tanta coisa em comum/ Deixando escapar segredos/ Eu não sei em que hor dizer/ Tenho medo/ É que eu preciso dizer que eu te amo/ Te ganhar ou perder sem engano/ Eu preciso dizer que eu te amo/ Tanto/ É até o tempo passa arrastado/ Só pra eu ficar do teu lado/ Você chora dores de outro amor/ Se abre e acaba comigo/ E nessa novela, baby, eu não quero ser teu amigo/ Não, não/ É que eu preciso dizer que eu te amo/ Te ganhar ou perder sem engano.

Bravo, Cazuza!

Ofereço esta música para todos os meu casos de amor com amigos mal resolvidos (pera lá: não foram muitos não, gente!) Hehehehehehehehe

Tudo de bom!

Nanda

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Investindo na imagem de um Brasil melhor

Posted by mfernanda on June 28, 2007

ilustração da bandeira do Brasil 

 Uma crescente onda de medo vem se apoderando da população brasileira. Não estou de forma alguma querendo negar a realidade. Longe de mim. Mas, sinto que as pessoas, de maneira geral, se concentram no negativo com tanto vigor e impetuosidade que acabam gerando ainda mais negatividade, com a força de seus pensamentos.

 A ciência, mais precisamente a física quântica, já comprovou que os nossos pensamentos se materializam e, que a energia flue na direção daonde colocamos a nossa atenção. Energy goes where attention goes!  A força do pensamento de uma só pessoa se equivale à força que é necessária para iluminar uma cidade. Gente, a força do nosso pensamento é muito grande, imensa mesmo. Contudo, para onde a direcionamos é uma escolha que fazemos a cada dia, a cada momento, a cada instante. 

A carta de despedida que o jogador Zé Roberto escreveu para o povo brasileiro, quando resolveu mudar de volta para a Europa, para mim, é uma prova cabal do que o medo pode fazer com a gente.

Parece que uma onda gigante de medo está subitamente inundando a cabeça das pessoas de uma forma paralizante, fazendo com que elas deletem rapidamente todas as dimensões que envolvem cada acontecimento, para se aterem apenas ao lado negativo, violento, como se nada mais existisse, nunca tivesse existido ou fosse existir. Aí, o ressentimento se torna aparente e o desespero veemente. Não seria essa uma visão simplista e fatalista demais? 

Se em vez de nos concentrarmos no mal, no negativo, na violência, investirmos na idéia de criarmos um mundo melhor, com paz e segurança para nós e, para as futuras gerações, começando do simples ato de imaginar este mundo, visualizar este mundo… não custa nada…quem sabe não conseguiríamos virar esta mesa, mudar esta situação, transgredir esta desordem vigente? Quem sabe? Quem sabe? Só saberemos experimentando. 

Quanto mais a gente carcar em cima das dificuldades, mais dificuldades iremos ter. Isso não sou eu que estou afirmando. São pessoas doutas, pesquisadores, cientistas… O simples ato de agradecer por tudo o que temos, por tudo o que já conquistamos, pela bênção que é ser brasileiro, um povo que é rico na sua diversidade regional, cultural, racial…um povo que é rico de afetividade, versatilidade…a lista é grande…só isso já vai gerar (ENERGETICAMENTE) positividade, energia positiva para o Brasil e seus filhos.

Isso sem mencionar que todos os processos acontecem tanto ao nível coletivo como no individual. Está tudo interligado! 

De mais a mais, o Brasil não é só constituído de desgraças. O Brasil não é nem pode ser apenas motivo de lamentações… Come on, gente boa… 

De qualquer forma, não cabem críticas nem julgamento. Até uma folhinha que cai no chão…cai por uma razão…Nada acontece por acaso. 

Tudo o que sai de nós (pensamentos, ações, críticas, elogios, afeto, compreensão, positividade, negatividade) tanto pode construir como destruir. Afinal, tudo, absolutamente tudo é energia…ou seja tudo está em movimento…e influencia tudo o que está ao redor.  

Tudo de bom pra todo mundo. 

Um abraço,  

Maria Fernanda   

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Feliz Solstício de Verão

Posted by mfernanda on June 21, 2007

Do latim solstitiu, solstício é a época que o sol passa pela sua maior declinação boreal ou austral, e durante a qual cessa de afastar-se do equador. Hoje é o solstício de verão no hemisfério norte e, no hemisfério sul, hoje é o solstício de inverno. O solstíco de verão é o dia mais longo do ano. O solstício de inverno é o dia mais curto do ano. 

Recebi um texto lindo sobre o solstício de verão de uma pessoa que considero uma destas raridades humanas, a senhora Rita Klein.  Fiz uma tradução, para os que só lêem em português.

Aí vai…

Happy Summer Solstice………. summer solstice is about the energies of the South………which are volcanic…….the element of the
South is fire……it rules our heart…..in the South, we pull the fire into our bodies, burning off toxins and keeping the muscles
toned……….trust is essential in the South….South is the inner fire of intuition…….we learn to trust our intuition to help us ride this wild
and wonderful energy of creativity…….intuition is the knowledge of our hearts…In the South, we take the risk to go ahead and act on our vision
being willing to accept our mistakes as our teachers……..in the South we learn right use of will……to use our will to choose our appropriate path,
the path of beauty in each moment
 

Tradução: 

Feliz Solstício De Verão… O solstício de verão tem a ver com as energias do Sul… que são vulcânicas… o elemento do Sul é o fogo… que rege os nossos corações… no Sul, usamos o fogo para queimar as toxinas de nossos corpos e manter os músculos tonificados…a confiança é essencial no Sul..o Sul é o fogo interno da intuição…aprendemos a confiar na nossa intuição, para nos ajudar a navegar na louca e maravilhosa energia da criatividade… a intuição é a sabedoria que vem do coração…No Sul, arriscamos ir em frente, seguimos os nossos sonhos e estamos abertos para aceitar os nossos erros como nossos mestres… no Sul aprendemos a usar a vontade… a usar a força de vontade para escolher o caminho certo, o caminho que é belo a cada instante…      

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Do namoro

Posted by mfernanda on June 12, 2007

Uma mãe namorando o seu bebê 

 O verbo namorar tem inúmeros significados. Segundo o nosso amigo Aurélio, namorar pode ser:tomar-se de amor, enamorar-se, agradar-se, encantar-se, apaixonar-se, cativar, atrair, andar em requestos ou galanteios …

Toda esta questão etimológica só vem a confirmar a minha suspeita que existe muitos mais formas de namoro entre o céu e a terra do que a nossa vã filosofia possa imaginar.O namoro é delicioso exatamente por ser namoro. Quando o namoro tenta ser algo diferente, talvez  mais estruturado ou com compromisso, deixa de ser namoro. Fica tão sério que perde a graça. 

Namoro com benefícios sexuais é privilégio dos amantes.Mas, há namoros assexuados de uma beleza que transcende os cinco sentidos. Não apenas entre pessoas, mas entre pessoas e animais, entre animais e outros animais, entre os elementos da natureza, entre as cores e por aí vai…

O pescador, por exemplo, vive um eterno namoro com o mar.

Assim como o beija-flor com as flores… e, o faz com seus fecundos beijos de amor.

Assim como o céu e as estrelas. Namoro polígamo, sem um pingo de estresse.

Assim como o músico e a música. Um clássico de sedução.

Assim como as mães com os seus bebês…

Os cachorros com os seus donos,

Os poetas com os seus versos e,

Os lavradores com a terra.

Os namoros entre amigos são muito especiais.  Até porque os amigos nos tomam de amor pra sempre. Incondicionalmente.

Há o namoro entre os afins. Embalados pelas inesgotáveis conversas e a alegria do encontro, os afins namoram ao longo da eternidade.

O namoro é enfim aquela parte simples do amor, que se encanta por se encantar, que é feliz pelo simples prazer de namorar.

O namoro é o amor na sua forma mais inocente.

O namoro é o amor na sua melhor forma.         

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Nanda entrevista Julinho Mazzei

Posted by mfernanda on June 6, 2007

Foto de Julinho Mazzei no seu studio em Hollywood, Flórida.

Já estava passando da hora de inaugurar o espaço ENTREVISTAS do eclético zen. Quero entrevistar pessoas que sejam motivo de inspiração pra todos nós. Não precisei pensar muito para escolher o meu primeiro entrevistado: nada mais nada menos que o queridíssimo multitalento Julinho Mazzei.

Tive que batalhar um pouco para conseguir isto. O cara é low profile. Não gosta muito de ficar na berlinda. Marquei num dos seus restaurantes preferidos na Cidade Mágica: o Matsuri, em Coral Gables. Comida japonesa da melhor qualidade. Depois de fisgar o primeiro pedaço do seu sushi predileto, o rock and roll (não poderia ser outro!), uma das deliciosas especialidades do chef Masa, o locutor que revolucionou a FM, concordou em me conceder o privilégio desta entrevista.

Nanda: Julinho, você é uma pessoa de múltiplos talentos, já realizou trabalhos incríveis em diferentes mídias, mas a sua conexão com o rádio é, digamos, a mais marcante na sua vida, não é?

Julinho: Sem dúvida.

Nanda: E como foi que o rádio aconteceu na sua vida?

Julinho: Na verdade eu comecei em 1972, em Santos, na Rádio Clube de Santos, AM, que era do Pelé. O meu pai tinha começado a trabalhar com o Pelé, que me deixou trabalhar lá.

Nanda: Você vem a ser filho do grande Professor Mazzei, técnico e mentor do Pelé, não é? Qual era a formação do seu pai e como era a relação dele com o Pelé?

Julinho: O meu pai é Phd em educação física e, foi, além de técnico do Pelé, seu mentor, amigo e segundo pai.

Nanda: Você fala do seu pai com tanto respeito e admiração que dá para se perceber que ele é um homem muito preparado profissionalmente, assim como um ser humano de primeiríssima qualidade.

Julinho: É verdade. Eu me sinto privilegiado por ter os pais que tenho. Afinal, a gente não escolhe os pais, não é mesmo? E os meus me deram tudo que alguém poderia sonhar. Tudo mesmo! Além disto, os meus pais me influenciaram musicalmente também. Eu cresci com o meu pai ouvindo as Big Bands e, a minha mãe a Doris Day.

Nanda: Você se considera então nascido em berço de ouro?

Julinho: Eu me considero sim. Só que este ouro se traduz no sentido de riqueza de respeito pela vida, pelas pessoas…riqueza no sentido de dar valor aos sentimentos humanos, aos valores primordiais, sabe?

Nanda: Bacana! Conta mais sobre os seus pais. Como foi que eles influenciaram esta sua trajetória?

Julinho: Os meus pais casaram no Brasil e, no dia seguinte foram para Lansing, no Michigan, para estudar na Michigan State University. Depois de alguns anos, resolveram voltar para o Brasil. Quando chegaram ao Brasil, minha mãe já estava grávida de mim. Eu me sinto assim meio gringo às vezes (risos). Deve ser por isso, né? (risos). Bem, aí, em 1975 o Pelé convidou o meu pai para trabalhar com ele no Cosmos. Aí voltamos todos pra cá.

Nanda: Foi destino mesmo, então. Mas, e aí?

Julinho: Bem, assim que nós chegamos a Nova York, fomos morar num hotel em frente ao Central Park. Eu assistia a consertos inacreditáveis com todos aqueles monstros sagrados, como James Brown, Genesis, Aretha Franklin…só gente da pesada… O Cosmos era da Warner. Como o meu pai trabalhava com o Pelé, ele ganhava ingressos para os shows mais sensacionais que aconteciam no Madison Square Garden. Era tudo muito mágico! Parecia que eu estava em outro planeta, sabe?

Nanda: Então, tudo isto serviu de inspiração para você fazer o programa de rádio para o público brasileiro? O que fez você querer fazer um programa de rádio pra galera brasileira?

Julinho: Sim, tudo aquilo parecia um sonho. Estar, viver em Nova York era um sonho naquela época. Era como se fosse morar em Marte hoje em dia. Ainda mais vivenciando todos aqueles shows, num período de ouro da música…Além disso, a Warner tinha um estúdio de gravações e, logo logo o meu pai arranjou para eu ir trabalhar lá, como assistente de produção. Aquele era o estúdio onde gravavam personagens como Roberta Flack, os Rolling Stones. O Luther Vandross deu os primeiros passos da sua carreira naquele mesmo estúdio… e, eu testemunhei tudo aquilo… Você pode imaginar? Então, eu quis mostrar para o pessoal no Brasil tudo o que ouvia, via e sentia. Eu fazia gravações semanais e mandava pelo malote da Varig.

Nanda: Como era o nome do show?

Julinho: Big Apple Show. Big Apple para fazer alusão à Nova York, a Big Apple.

Nanda: Você fez o show em algumas emissoras antes de estourar na Jovem Pam, não foi? Como foi isto?

Julinho: É. Eu comecei na Rádio Difusora, em 1977. Quando a Transamérica entrou na jogada, o show já tinha ganho repercussão nacional. A Antena 1 entrou também, mas a coisa pegou fogo mesmo quando o show chegou na Jovem Pam de São Paulo.

Nanda: E a que você atribui tamanho sucesso? Sim, Julinho, porque até hoje este show é comentado, não é?

Julinho: Olha, deu certo, porque era uma coisa que não existia, tanto pela informação, quanto pelo estilo. Era uma coisa diferente, realmente marcou muito. E, eu sei que marcou a vida de muitas pessoas, de forma positiva, porque hoje já existe, inclusive, uma segunda geração que gosta do show, que coleciona e regrava as músicas a partir dos arquivos dos seus pais…(risos)

Nanda: Incrível, Julinho! O Big Apple Show transcendeu o tempo e, hoje em dia está despertando o interesse de uma galera mais jovem. Você está encantando agora os filhos dos pais que já haviam vibrado com o seu show tempos atrás. Você deve se sentir realizado, não?

Julinho: Eu me sinto sim…mas antes de qualquer coisa, eu me sinto muito agradecido por tudo o que eu fiz, por tudo o que eu tenho. Eu sou um cara de muita sorte.

Nanda: Você é uma destas pessoas que tem um entusiasmo nato, uma alegria contagiante, um brilho diferente nos olhos. Você tem muita luz, Julinho! Você se considera um sujeito conectado?

Julinho: Olha…eu me sinto consciente… é isso aí: eu me considero consciente e sou agradecido por tudo isso.

Nanda: Julinho, além de um locutor extraordinário, você é um produtor, editor, fotógrafo e escritor do maior talento.

Julinho: Escritor?

Nanda: É sim senhor. Você escreve com a alma, Julinho. Um dos últimos textos que você escreveu, A Janela, é de uma beleza e de uma profundidade incríveis. O seu estilo como fotógrafo é literal e de muito bom gosto. Você tem fotos com composições muito bonitas.

Nanda: Mais de tudo isto, o quê que você mais gosta de fazer?

Julinho: (sem pestanejar) Música! Mostrar, produzir, criar coisa novas. Música é o meu veículo de comunicação. É o que mais gosto de fazer.

Nanda: E como você consegue manter esta serenidade diante da doença do Professor Mazzei? Deve ser muito difícil pra você…

Julinho: Por um lado é muito difícl sim. Mas, por outro, a doença do meu pai serviu de alerta pra mim.

Nanda: Alerta? Como assim?

Julinho: Alerta no sentido da gente viver a vida com dignidade e intensamente no momento presente. O passado ficou para trás e o futuro ainda não chegou. Em vez de ficar na zona de conforto, enfrentar a vida com coragem e alegria. Alegria de viver cada momento como se fosse um presente. Quer dizer, a gente não deve substimar a vida e sim agradecer e viver cada momento com tudo aquilo que cada momento oferece.

Nanda: Então, é esta a sua receita de vida?

Julinho: Receita de vida? (risos) É! A minha receita é que a gente se dê permissão de olhar pela janela. Há muitas chances de descobrirmos um céu de um azul muito bonito, que jamais teríamos como admirar e curtir se, por pura acomodação, nos abandonássemos no banquinho do corredor… (mais risos)

Julinho Mazzei é uma destas pessoas que transforma em sucesso tudo o que faz. Já realizou trabalhos importantes em diferentes áreas. Particularmente acho que isto acontece, em primeiro lugar, porque faz tudo com o coração. O restante é talento. Nato! Antes de qualquer coisa, o Julinho é um grande comunicador. Um mestre da comunicação. Dono de uma das almas mais nobres que o sol já cobriu, ele se comunica com sentimento, seja qual fôr a mídia. Sua missão: tocar as pessoas de uma forma construtiva, passar uma mensagem positiva, seja através da criação, produção e locução de um programa de rádio revolucionário, seja distribuindo o seu sorriso largo e generoso, sua marca registrada, para quem tiver a sorte de atravessar o seu caminho.Como se não bastasse, o Julinho é um cara simples, o que é sensacional. Pra mim, simplicidade é chique. Ele é de uma elegância só, diga-se de passagem. Em muitos aspectos. Presta atenção e dá valor aos pequenos detalhes do dia-a-dia, que fazem a grande diferença na vida… Sem dúvida alguma, uma jóia rara. Raríssima…!

Que maravilha ter podido te entrevistar, Julinho.

Muitíssimo obrigada!

Valeu, cara! Você é realmente TUDO DE BOM!

O blog do Julinho é fora de série. Foi ele, aliás, que montou toda a estrutura deste meu bloguito michuruca. Ele é o padrinho do meu blog! Se quiserem se deliciar com suas publicações cheias de encanto e poesia, o link é o seguinte: http://julinhomazzei.wordpress.com

O link do seu extraordinário texto, A Janela é o seguinte: http://julinhomazzei.wordpress.com/2007/05/page/2/

Aqui está um dos mixes do Julinho pra gente dançar e curtir: 
Julinho Mazzei – Midnight Fiesta (Miami Mix)

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Frase do ano

Posted by mfernanda on June 5, 2007

A única maneira de sobreviver

É EVOLUIR

A única maneira de evoluir

É CRIAR.

A frase original, em inglês, é a seguinte:

The only way to survive

IS TO EVOLVE.

The only way to evolve

IS TO BE CREATIVE.

s e n s a c i o n a l, n ã o? 

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